O Concílio Vaticano II pediu que se promovesse, em toda a Igreja, a participação plena, consciente e ativa dos fiéis nas celebrações litúrgicas, exigida pela própria natureza da liturgia (cf. Sacrosanctum Concilium, 14).
O que a participação ativa não é
Participar não se reduz a executar tarefas externas nem a um ativismo de funções. A participação ativa é antes de tudo interior: aderir com a mente e o coração ao mistério que se celebra, unir a própria oferta à de Cristo.
As suas expressões
- A escuta atenta da Palavra de Deus.
- As aclamações, os cânticos e as respostas da assembleia.
- Os gestos e as posturas comuns, que exprimem a unidade do corpo.
- O silêncio sagrado nos momentos previstos.
- A comunhão sacramental, em estado de graça, como participação plena no sacrifício.
O silêncio é parte da participação, não o seu contrário. Sem interioridade, a participação externa fica vazia.